Secretário-Geral da ANAMOLA exige justiça imediata e denuncia perseguições
O Secretário-Geral da ANAMOLA, Messias Uarreno, manifestou preocupação com o que classifica como um ambiente crescente de perseguições políticas em Moçambique, advertindo para o risco de o país enfrentar um cenário de instabilidade “jamais vista”.
Numa comunicação dirigida à nação e transmitida através da sua página oficial no Facebook, o dirigente afirmou que a continuidade de alegadas perseguições contra membros da sua formação política poderá comprometer a paz social e a estabilidade nacional.
“Tememos que Moçambique brevemente possa voltar a uma instabilidade jamais vista, uma instabilidade compulsiva. Não queremos ver fronteiras fechadas, estabelecimentos encerrados ou empresários a abandonarem o país”, declarou.
Uarreno sublinhou que o partido não defende qualquer cenário de colapso económico ou social, sustentando que a prevenção de tal situação depende de uma actuação célere e imparcial por parte da justiça.
“É fundamental que haja justiça imediata, começando pelo respeito à liberdade política e pela interrupção das perseguições contra membros da ANAMOLA”, acrescentou.
Segundo o dirigente, a garantia da liberdade política é um dos pilares do Estado de Direito, cabendo às instituições judiciais assegurar igualdade de tratamento a todos os cidadãos e organizações políticas.
Até ao momento, as autoridades competentes não reagiram publicamente às declarações.

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